Para quem é Fã da marca e acompanha o que eles são capazes de fazer, esse SUV´s são excelentes para qualquer opção de dirigibilidade ou aventura, tanto na cidade, estrada, terra, areia, lama, etc...
Segue a travessia de uma ponte de papel isso mesmo PAPEL.
Como eu digo, nunca velho, sempre semi novo, com 45 anos então meia idade. Está ótimo!
Show de bola, vale a pena.
Segue reportagem:
RANGE ROVER CRUZA PONTE DE PAPEL NA CHINA PARA COMEMORAR 45 ANOS
SUV da Land Rover de 2,144 quilos atravessou sobre 5 metros de papel
Para comemorar 45 anos de história, o Range Rover
tentou uma façanha um pouco suicida. O SUV de 2.144 quilos cruzou uma
ponte de 5 metros feita de papel. O feito aconteceu em Suzhou, na China,
e a construção levou três dias para ficar pronta. Exceto pelas rampas
de entrada e saída, a ponte realmente contém apenas papéis sem nenhum
tipo de parafuso, cabeamento ou fixação. A construção usou papel de alta
qualidade da fabricante inglesa James Cropper PLC.
O piloto da Land Rover Experience Chris Zhou foi o responsável por realizar a travessia a bordo do Range Rover Vogue
SCV6 de 340 cavalos e câmbio automátido de velocidade. A confiança do
motorista foi tamanha que ele até parou brevemente no topo da ponte para
uma foto.
"Estruturas de papel capazes de suportar pessoas já haviam sido
construídas, mas nunca nada nesta escala. É empurrar os limites da
engenharia, assim como o Range Rover, e a facilidade e compostura com as
quais o veículo atravessou o arco foi realmente de tirar o fôlego",
declarou Steve Messam, artista e designer responsável pela ponte. O que
será que a Land Rover vai tentar nos 50 anos do modelo?...
Confira um vídeo do feito:
Desde quando era criança gostava dos modelos Hatchs.
Aquele estereótipo de que carro 4 portas só era para taxista foi quebrado esse paradígma.
Até que enfim.... hoje tenho uma SUV, e sempre gostei mesmo de HATCH´s
01/10/2015 15h15
- atualizado às
15h24 em 01/10/2015
Atualmente, aproximadamente 49 milhões de automóveis circulam pelo
Brasil. Para o Departamento Nacional de Trânsito (Denatram), que
regulamenta cada um deles, todos são categoricamente classificados como
automóveis, deixando de lado outras particularidades.
Mas você sabe, visualmente há diversas diferenças, algumas mais
discretas e outras mais visíveis, tudo isso por conta do tipo de
carroceria que os veículos possuem. Para entender sobre elas,
conversamos com Fernando Morita, coordenador do curso Master
Transportation Design, no Istituto Europeo di Design São Paulo (IED),
que nos ajudou a entender as 9 principais estruturas de automóveis.
Veja:
Hatchback: O nome cita a ideia de ampla janela (em
inglês, "hatch" significa "escotilha") que pode ser aberta e dá acesso
ao porta-malas e interior do carro. Por ser a opção mais econômica e
funcional, costuma ser o designa adotado nos modelos de entrada das
marcas, que têm apostado em versões de duas e quatro portas. Tem como
característica principal a divisão bem clara de seus dois volumes: a
cabine onde ficam motorista e passageiros e o "cofre" do motor.
Sedan: Conta com três volumes e quatro portas. A linha
que define a dianteira é similar ou até idêntica à traseira. O carro
possui motor, habitáculo dos passageiros e porta-malas em divisões bem
definidas. O compartimento traseiro é externo ao habitáculo e sua tampa
não inclui o vidro traseiro.
Fastback: Atende quem busca elegância e um estilo mais
funcional. A divisão entre habitáculo e porta-malas é mais sutil. O
teto segue uma curva até o porta-malas, num desenho moderadamente
encurvado. Possui uma linha mais emocional mas não menos funcional.
Perua: É um estilo derivado do sedan, com uma
estrutura mais clássica, mas privilegiando a funcionalidade e o acesso
ao interior do veículo. O vidro do porta-malas está colocado na porta e
acompanha sua abertura.
Roadster: Esse é para quem curte andar em estradas. O
modelo tem, obrigatoriamente, tração traseira, motor dianteiro e dois
assentos. É uma opção que para quem gosta de diversão e potência.
Cupê: É um meio-termo entre um sedã e um roadster.
Esse formato permite que o carro tenha dois ou quatro assentos. São os
carros esportivos, com teto baixo e coluna traseira inclinada. O modelo
tem duas portas.
SUV: O termo é uma sigla que, em inglês, significa
"Sport Utility Vehicle" ou "Veículo Utilitário Esportivo". Serve para
quem anda em todos os tipos de terrenos, portanto é próximo aos
off-roads, mas de uso misto com a cidade e estradas.
Minivan: Não tem como base outro projeto. É um modelo
totalmente focado em função, praticidade e melhor uso do espaço. Também é
conhecido como monvolume, já que a cabine, o espaço do motor e
porta-malas constroem uma unidade única. O modelo tem como
característica a posição mais alta para o motorista.
Picape: O Brasil é um dos poucos países que criam
pick-up a partir de carros populares. O intuito é carregar cargas, como
um descendente do caminhão, mas com espaço aberto para a carga. O nome é
derivado da palavra "pick-up", que em português significa carregar.
Previsto agora para dia 21 de outubro de 2015 será que iremos ver voando ai afora um Deloran ?
Será que vamos ter uma surpresa ?
Agora olha só o que essa turma dos ACELERADOS do Rubens Barrichello aprontou ...
Será exibido no SBT neste próximo domingo ...
vamos aguardar , enquanto isso... assistam ao Teaser.
Bom , Bonito (mais ou menos...) e Barato.
Sim, um carro Custo X Benefício...excelente
sem manutenção, econômico motor VHCE era um dos melhores que tive, depois claro do Fire da Fiat.
Porém o carro vai abrir mão para o Onix que tem buraco no porta luvas... mas que coisa...
bom vamos pensar por que a Chevrolet não atualizava um pouco mais o Classic que poderia ter feito isso com o Astra e mantivesse o padrão e o conceito de carro bom, que não dá manutenção e que teria uma tradição ...
olha em outros países...(no caso da China) isso mesmo , aquela que copia!
http://carplace.uol.com.br/novo-classic-chines-gm-divulga-as-fotos-oficiais-do-novo-chevrolet-sail-2011/
18/09/2015 17h15
- atualizado às
17h16 em 18/09/2015
Se você tem menos de 30 anos, talvez nunca tenha vivido a experiência
de puxar um afogador. O do carro de seus pais ou avós, pode até ser, mas
também é possível que nem saiba o que é um afogador. Ele servia para
enriquecer a mistura de ar e combustível nos velhos carros a gasolina (e
nos primeiros a etanol), enquanto o motor não atingia uma boa
temperatura para funcionar sem falhas. Era preciso lembrar de empurrá-lo
quando isso acontecia.
Acredite, quem usou não sente nenhuma falta. Assim como dos outros recursos e tecnologias lembrados abaixo.
Quebra-vento – houve protestos contra o seu fim.
Ar-condicionado ainda era equipamento raro e caro, e o recurso era usado
para ventilar o interior dos carros em cidades de clima mais quente.
Quem se lembra deles hoje? Toca-fitas – resistiram até os anos 1990, quando o
cd-player tornou-se comum e acessível. Ninguém parece sentir falta das
fitas que tinham de ser viradas para a reprodução do “outro lado”, e
podiam se enroscar. Mas continuam em produção, só não são mais usadas em
automóveis.
Banco dianteiro inteiriço – sobreviveu ainda no começo
dos anos 1970, e foi desaparecendo junto com os cine drive-ins,
deixando saudades para os namorados. Acendedor de cigarro – da mesma maneira que o fumo,
perdeu quase totalmente o espaço no automóvel. Foi substituído por
tomadas de 12V, mais úteis e não cancerígenas, mas ainda resistem em
alguns modelos.
Alguns anos atrás li esta frase...
"QUEM GOSTA DE MOTORZINHO É DENTISTA" !
Adesivada atrás de um RANGER ROVER ....
bom desde então, adotei para min esta filosofia... e concordo plenamente
Vendo esta reportagem assino em baixo mais uma vez sobre está minha frase adotada:
Sim uma de minhas paixões consolidadas , é esta Land Rover.
Rústica Robusta, Resistente, e perfeita para um trânsito.
Impõe respeito também pois andando numa dessas um dia um ônibus bateu atrás de nós e nada aconteceu, a não ser um pequeno arranhão. No resto a frente do ônibus inteira quebrada e toda detonada.
fonte :http://www.sensethecar.com/gallery/land-rover/2013-land-rover-defender-90-hard-top-lxv-special-edition/
Por isso que quero uma dessas para dirigir neste trânsito cada vez mais caôtico!
pode ser tanto uma 110
ou a 90 conforme as fotos:
A Land Rover acaba de confirmar que cancelou os planos que
inicialmente previam o encerramento da produção do Defender ainda neste
ano. Conforme explica a marca, por conta das vendas aquecidas em
diversos mercados da Europa a montagem do modelo recebeu um novo gás e
deve seguir até o primeiro quadrimestre de 2016. A fabricação continua
acontecendo em apenas um turno, mas o ritmo diário foi ampliado de 84
para 125 unidades.
Lançado em 1948 e desde então praticamente o mesmo carro, o Defender
deixará de ser produzido por não mais atender às regras de emissão de
poluentes e testes de impacto. Conceito DC100
Para ocupar seu lugar, a Land Rover lançará um utilitário
completamente novo que terá a missão de constituir uma família, tal qual
as linhas Range Rover e, agora, Discovery. O visual terá elementos
inspirados no conceito DC100, mas um novo protótipo com detalhes mais
reveladores será apresentado em breve.
Ao ler esta reportagem, me indago .....
Das 5 BMW´s que dirigi, vou te falar, apenas 1 que foi a série M3 que era mecânica. As demais claro todas com câmbio automático.
Ou seja, acho que a BMW deveria sim manter para pelo menos suas séries esportivas, ou seja a série M o câmbio opcional como mecânico e nas demais automático para os demais condutores terem o prazer e o conforto de dirigir.
Bom, claro que num carro esportivo deve-se cumprir com a tradição de um bom câmbio manual. Hoje com 6 ou até mais marchas...
segue reportagem :
Mas antes, vejam esse série M30 comemorativa para deixar o queixo caído de qualquer apaixonado com a BMW como eu ... e claro com 600CV .... só !
A BMW parece estar se chegando a uma grande mudança na maneira como
lida com o desempenho. Em primeiro lugar, o pedal da embreagem pode
virar passado para os modelos futuros da divisão M, com base em
declarações recentes do chefe da divisão, Frank van Meel. Nós também
podemos deixar de ver aumentos significativos na cavalaria de alguns
destes veículos em breve.
“Do ponto de vista técnico, o futuro não parece brilhante para caixas
de velocidades manuais. As caixas DCT e automáticas ‘são mais rápidos e
têm melhor consumo de combustível”, disse van Meel à publicação
britânica Autocar. Embora ele tenha deixado a porta ligeiramente aberta
para manter o câmbio manual, pelo menos no futuro próximo. “É difícil
dizer que vamos ficar com o manual, mas ainda temos muitos fãs de carros
manuais e nós não vamos tirar algo que o cliente quer ter.”
Van Meel também sugeriu que a empresa irá limitar a potência dos
modelos M a 600 cavalos. “Nós estamos no limite. Se você continuar
adicionando mais potência e torque, provavelmente estará acima dos
limites”, disse ele. Esse limite deixa algum espaço para o “crescimento”
das futuras versões do M3 e M4, que atualmente oferecem 425 cv. No
entanto, isso significa que os modelos M5 e M6 com 560 cv estão
basicamente no topo, enquanto a edição especial BMW M5 30 Anniversary
Edition já chegou aos 600 cv.
Rumores sugerem que a próxima geração do M5 pode ficar com cerca de
600 cv. No entanto, parece pouco provável que a BMW vá abandonar
completamente a competição da Autobahn com os sedãs da Mercedes-Benz e
Audi. O desempenho ainda pode receber um impulso graças a uma plataforma
supostamente mais leve e tração integral opcional. Fotos:
Parte 2
será lançado em Setembro porém te pergunto novamente...agora sim podemos considerar um pingo de chance de chegar aqui... mas como a Chevrolet é burra e faz questão de deixar as porcarias que sobraram aqui , te digo vai demorar...viu . A única por incrível que pareça ou melhor as duas que tiveram coragem porém com preço exorbitante é a FORD com o Focus e a VW com o Golf... para poder competir aqui no Brasil com o Astra como era antigamente...e a Fiat , tentou com o Tipo, Stilo com o Bravo, com o que mais...tá tentando. Ainda tentando ...
Porém os preços desses carros principalmente a Ford pensa que é legal pagar 79mil nun carro 1.6.
Vai saber ...
Mais sobre o ASTRA.
Show de bola
Vídeo > http://mais.uol.com.br/view/15492442
http://mais.uol.com.br/view/15492442
ou http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2015/06/02/gm-mostra-novo-astra-com-sistema-que-se-conecta-ao-whatsapp.htm
A GM revelou nesta segunda-feira (1º) as primeiras imagens oficiais da 11ª geração do Opel Astra, hatch médio que já foi vendido no Brasil, entre os anos 1990 e o final da década de 2000, sob a insígnia da Chevrolet.
Uma das maiores novidades está no pacote tecnológico e de segurança: alerta de mudança de faixa, controle de cruzeiro (piloto automático) adaptativo, alerta de colisão frontal com frenagem de emergência, sensor de estacionamento e o sistema OnStar, que monitora o veículo em tempo real e chama o serviço de emergência caso motorista não responda em acidentes.
Além disso, o sistema de entretenimento IntelliLink espelha funções de celulares Android e Apple, permitindo acesso a aplicativos de programas como Skype, serviços do Google, Spotify e até WhatsApp.
GM mostra primeiras imagens oficiais da 11ª geração do Opel Astra, hatch médio que já foi vendido no Brasil entre os anos 90 e fim da década de 2000, sob a insígnia da Chevrolet Divulgação
Visual sem emoção
O novo Astra não revoluciona visualmente e este talvez seja seu maior problema: a fabricante tentou atualizar elementos às novas tendências sem transformar a cara do hatch, mas o resultado é um desenho, no mínimo, estranho.
Repare na coluna C (caimento do teto na traseira), com base triangular e o inserto em preto cortando a pintura: lembra ou não lembra o Chevrolet Agile, que era vendido no Brasil até o ano passado? Para um carro que vem da linhagem do velho Astra e do antigo Kadett, dois carros importantes e de presença, o novo modelo ficou genérico demais.
Divulgação
Coluna C (caimento do teto na traseira) do Astra 2016 lembra a do finado Chevrolet Agile
Menor e mais leve
A nova geração é feita sobre uma plataforma mais moderna e com materiais mais leves, que permitem redução de até 200 quilos, a depender da versão.
O carro perdeu 5 cm de comprimento, 2,6 cm de altura e 2 cm de entre-eixos; GM justifica que novas dimensões "melhoram aerodinâmica" e vai além: jura que espaço interno está maior, porque "novos bancos permitiram um aumento do espaço para as pernas". Na prática, isso significa que os bancos são mais finos.
Para a Europa, serão dois motores a gasolina (1.0 de 105 cv e 1.4 de 145 cv, ambos com turbo e com injeção direta) e um a diesel. As vendas começam até o final deste ano no Velho Continente.
Anunciado como "o Opel de amanhã", Monza Concept é protótipo de carro elétrico que a subdivisão alemã da General Motors apresenta no Salão de Frankfurt 2013 Leia maisDivulgação
Será que volta ?
se voltar esse ai sim vai desbancar o Cruze , Focus, Bravo .... e até o Golf ....
bom vamos torcer... quem sabe ?
com já havia dito, se pudesse importaria um particular....
abs e até mais
Marcelo
Distante do mercado brasileiro, o Opel Astraacaba de estrear uma nova geração na Europa. O hatch médio, que deve aparecer em público pela primeira vez durante o Salão de Frankfurt, em setembro, melhorou em praticamente todos os aspectos, com direito a medidas menores na parte externa, novos materiais para redução de peso e tecnologias diferenciadas para o segmento, sendo que uma delas deve ser oferecida no novo Cruze por aqui.
O Astra 2016 não apela tanto para esportividade no visual como a geração oferecida atualmente, mas mesmo assim não decepciona. O visual do modelo é marcado pelos novos faróis IntelliLux LED, uma nova tecnologia que promete detectar objetos cerca de 30 a 40 metros antes do que faróis halógenos ou xênon convencionais em uma condução a 80 km/h.
Há ainda como destaque as janelas que formam um conjunto com o vidro traseiro e as lanternas com desenho afilado. Por dentro, o hatch segue o estilo dos últimos lançamentos da Opel e oferece o novo sistema multimídia IntelliLink, compatível com o Android Auto, do Google, e o CarPlay, da Apple, com tela sensível ao toque de 8 polegadas, suporte a 4G LTE, WiFi hotspot e o sistema OnStar de conectividade pessoal e serviço de assistente da fabricante, que deve estar presente no sedã da Chevrolet por aqui.
O Opel Astra está 50 milímetros mais curto que seu antecessor, com 4.370 mm de comprimento, 26 mm mais baixo (1.460 mm) e entre-eixos 20 mm mais curto. Apesar disso, a marca garante que o modelo está mais espaçoso, graças ao novo desenho dos bancos, com 35 mm a mais no espaço para as pernas.
Divulgação
Opel Astra 2016
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Os engenheiros da Opel foram capazes de reduzir o peso do Astra em até 200 quilos, graças a uma “arquitetura completamente nova”. A carroceria está 20% mais leve que antes, agora com 280 kg, enquanto o chassi perdeu 50 kg, graças ao chassi mais compacto, aços de baixo peso de alta resistência e de ultra-alta resistência.
O Astra será oferecido com o motor 1.6 CDTI a diesel de 95 cv, 1.0 Ecotec Turbo a gasolina de três cilindros com 105 e o inédito 1.4 Ecotec Turbo de quatro cilindros, todo em alumínio, que rende 145 cv e 25,5 kgfm.
A lista de equipamentos inclui ainda banco do motorista com 18 ajustes, aquecimento, ventilação e função massagem, além de controle de cruzeiro com limitador de velocidade, assistente de estacionamento, câmera no retrovisor interno, alertas de colisão, mudança de faixa e pontos cegos, entre outros.
Sucesso no Brasil
O Astra desembarcou no Brasil em meados dos anos 90 na primeira geração, que substituiu o Kadett. Em 1999, a Chevrolet iniciou a produção da 2ª geração pouco tempo depois da Europa e o modelo teve sucesso imediato. Mas o aumento do custo dos veículos desenhados na Europa (e que eram a base da GM brasileira) acabou fazendo com que o modelo permanecesse quase o mesmo até o fim da produção, em 2011. Curiosamente, nosso mercado teve também a 3ª geração que nada mais era do que o Vectra e Vectra GT, mas com adaptações na plataforma para custar menos. A partir da 4ª geração, lançada em 2009, o Astra deu adeus ao nosso país, abrindo espaço para a chegada do Cruze, que compartilha peças com ele, mas tem construção mais barata. O mesmo ocorrerá agora com a 5ª geração.