sábado, 10 de setembro de 2016

Adeus Classic , bom e velho companheiro de guerra

Adeus "Corsa" CLASSIC!
Bom e velho companheiro de guerra!

Chevrolet, parou no tempo, depois que MATOU  o ASTRA o VECTRA e assim foi, tentando colocar o Cruze que ela na primeira instancia acertou, (hoje, em 2016 com o motor 1.4 turbo e calibração das marchas até que enfim acertou). Colocando um carro no patamar de competir com os caros dela mesmo lançados em 2010 e 2011.
6 Anos se passaram lançou as "coisas" chamada  COBALT com motor 1.4 e ONIX e a SPIN ( substitua da ZAFIRA ) e diz além do mais que substitui o ASTRA pela aquela coisa chamado SONIC.( Este com motor 1.6) Coitado, demorou para "pegar" e até hoje não vejo mais do que dois carros por mes andando na rua. Ou seja o bom e velho Astra ainda reina. Mesmo eu sendo um fã e apaixonado pelo carro tive 3, sendo que o motor, espaço interno e acessórios que tem o Astra, jamais irão compensar o carro que temos hoje no mercado.
Tudo bem, em 2011, o Astra estava sendo vendido por 42mil a 45 mil a média hoje me diz o que você compra com esse preço um GOL 1.0 ? kakakakakakakaka !  Capaz...
Bom vamos lá, até que enfim a chevrolet saiu do marasmo e lançou os carros com o seu segmento bacana, Cruze 1.4 turbo.
Agora em 2016 é a vez de  dar TCHAU para o Classic,  carro bom de guerra,  BBB. bom bonito e barato . Ops, Melhor dizer ... Bom de Preço ,  Bonito na hora de refazer o seguro e Barato na manutenção.  Melhor assim né... Melhor custo X benefício para qualquer pessoal que pensar no carro com porta malas, manutenção barata, e seguro despreocupante.
http://carros.uol.com.br/album/2016/09/08/chevrolet-classic-duas-decadas-de-historia.htm#fotoNav=7
O Classic tive 2, sem dor de cabeça nenhuma para manter e me levar para qualquer lugar.
Saudoso classic.
Abrs a todos e boa semana
Marcelo

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Introducing Volvo Keyless Cars


Volvo e a tecnologia.

Sabemos que os smartphones tornaram a vida do homem mais fácil: com o passar do tempo e o avanço da tecnologia temos precisado cada vez menos de produtos terceiros (como câmeras digitais e tocadores de MP3) graças ao uso do celular. Pensando nisso...

Comentando esse conceito muito bacana de uso de celulares para atender melhor o usuário.
O Celular está cada vez mais presente na usabilidade do ser humano, muitos já não tem relógio de pulso pois o celular se tornou o relógio, a cada instante pegamos o celular no bolso para ver o que está ocorrendo com ele, dai desde então o celular está adquirindo funcionalidades excepcionais e bacanas.
Essa é uma delas.
Daqui a pouco já tem sei que tem você irá pegar o celular e colocar para programar o carro para ligar, ajustar a temperatura do ar condicionado uns 5 min antes de você sair de casa, dentro do elevador com seu aplicativo de celular em mãos.


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Primórdios da EcoSport....a Belina 4X4

Com a idéia da Duster virar pickup e a Fiat também tentar entrar no mercado
daqui a pouco será a Ford tentando virar a Ecosport dela para pickup....
Mas antes não vamos esquecer dos primóridos de seus "avós"

http://quatrorodas.abril.com.br/materia/ford-belina-4x4-749759


FORD BELINA 4X4

A combinação improvável de uma perua com utilitário lameiro não convenceu o mercado nem os mecânicos

por Felipe Bitu | Fotos Marco de Bari •  • Atualizado em 
classicos-brasileiros
| Crédito: QUATRO RODAS
O desenvolvimento da tração dianteira nas décadas de 60 e 70 aguçou o espírito criativo dos fabricantes, dando início a uma série de experimentos para viabilizar uma ideia inédita em veículos de passeio até os anos 80: a tração 4x4, até então pesada, complexa e, por isso, restrita a veículos de grande porte e militares. No Brasil, a pioneira foi a Ford, que em 1984 lançou a Pampa 4x4. No fim do ano, ela estendeu a opção à Belina, que compartilhava a mesma estrutura: nascia nossa primeira (e única) perua de tração integral.
Seu público-alvo eram fazendeiros e habitantes de zonas rurais em busca de um veículo mais prático, confortável e versátil que picapes grandes e jipes. Testada em fevereiro de 1985, mostrou-se um veículo valente, que não temia lama e aguaceiros. A suspensão reforçada suportava bem os piores caminhos sem sacrificar o conforto, graças às molas helicoidais na traseira - na Pampa 4x4, eram semielípticas.
A tração era simples: no lugar das engrenagens da quinta marcha havia uma caixa de transferência que acionava a tração traseira. Para isso, bastava puxar a alavanca ao lado do câmbio. No asfalto, ela permanecia desligada: a traseira tinha rodas livres automáticas, já que o arrasto dos semieixos e do cardã não só causava o desgaste do sistema como aumentava o consumo. Com relações curtas e sem a quinta, fazia menos de 10 km/l com álcool na estrada.
Mas bom mesmo era conduzi-la em seu habitat: sua dirigibilidade no 4x4 era neutra, suavizando a tendência subesterçante da Belina comum. Bons de terra e chuva, os pneus Pirelli Cinturato MS desagradavam apenas em piso seco, comprometendo a precisão da direção e a estabilidade direcional.
A Ford havia conseguido unir a capacidade offroad às qualidades já conhecidas: ótimo porta-malas, amplo espaço para quatro pessoas e excelente acabamento, típico da marca na época. Além dos pneus, ela se diferenciava pelos emblemas e ressaltos nos cubos de roda, para acomodar a roda livre.
Na edição de março de 1985, ela foi colocada à prova num percurso de 10 000 km: foi de São Paulo a Maceió e voltou, encarando lama, canaviais e muita areia. Cruzou o país com apenas um problema: o ronco no diferencial traseiro, considerado normal pela rede autorizada. Infelizmente, os técnicos estavam errados: integrada à frota de Longa Duração, a Belina 4x4 rodou 50 000 km em 18 meses, quando revelou sua principal fraqueza. O 4x4 funcionou bem até os 10 000 km e dali em diante só deu problema. Curiosamente, o defeito do sistema era sua própria simplicidade, já que não havia diferencial central para compensar a diferença entre os eixos nas curvas. Como resultado, o diferencial traseiro foi o primeiro a pular fora: destruído após os 10 000 km, foi substituído na garantia e quebrou mais algumas vezes até os 22 000 km, quando a revista decidiu não mais fazer uso da tração 4x4. Ao todo, foram 84 dias de oficina para resolver um problema sem solução.
Para fazer justiça à Belina 4x4, vale dizer que suas limitações estavam previstas no manual do proprietário: deveria rodar só em pisos de baixa aderência, em linha reta e nunca acima dos 60 km/h. O fato é que após o teste de Longa Duração, a fábrica alterou o manual do proprietário, tornando mais clara a correta operação da tração 4x4. Minada a confiança do consumidor, não restou alternativa à Ford senão encerrar a sua produção em 1987: o sistema agora era exclusivo da Pampa, que se manteve em linha até 1995.
TESTE QUATRO RODAS FEVEREIRO DE 1985
645_gbrasil_06.jpeg
| Crédito: QUATRO RODAS
Aceleração 0 a 100 km/h: 20,99 s
Velocidade máxima: 139,806 km/h
Frenagem 80 km/h a 0: 35,1 m
Consumo: 8,1 km/l (cidade) e 8,3 km/l (estrada, a 100 km/h)
PREÇO NOVEMBRO DE 1985
Cr$ 80 971 000
ATUALIZADO
R$ 82 600
(IPC-A, IBGE)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Defender se despede, deixando saudades.

Depois de uma bela história de classe, espetacularidade da marca e de um excelente carro que tivemos em nossa rua, uma belo exemplar e com "pedigree" a Lando Rover se despede.

Que pena... que venha as novidades

leia mais :
http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2016/01/29/land-rover-defender-morre-apos-68-anos-como-icone-4x4-relembre-historia.htm

abs e boa semana
Marcelo


Saiba mais

 saiba as curiosidades

Defender morre após 68 anos como ícone 4x4; relembre história
1

Do UOL, em São Paulo (SP)

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A história do Land Rover Defender18 fotos

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Sob o novo nome, linha continuou a ser oferecida com três tipos diferentes de entre-eixos, duas ou quatro portas, e opção de carroceria wagon ou picape; Com o passar dos anos, a gama ganhou opções de motor turbodiesel (o clássico Td5) e de transmissões de cinco ou seis velocidades (manuais); até caixa automática de quatro marchas passou a ser oferecida Divulgação
Sessenta e oito anos e mais de 2 milhões de unidades depois, a Land Rover deu aposentadoria ao Defender, ícone mundial entre utilitários 4x4. A montagem da última unidade em Solihull (Reino Unido) foi acompanhada nesta sexta-feira (29) pela imprensa local e por cerca de 700 funcionários. Ela faz parte da série especial Defender 90 Heritage Soft Top, que conta com alguns elementos originais do modelo feito em 1948, no mesmo complexo: presilha da capota e alguns suportes.
Divulgação
Montagem dos componentes finais da última unidade do Defender foi acompanhada em tempo real pelos funcionários da fábrica
Colecionadores de plantão podem tirar o cavalo da chuva: o destino da última unidade será o museu oficial da Jaguar Land Rover, também na Inglaterra, onde ficará exposta para visitação.
Nostáligicos também podem acalmar os nervos: UOL Carros já ouviu dos executivos da marca, mais de uma vez, que o Defender morre porque sua proposta está ultrapassada, mas que o substituto deve chegar em breve. Ele terá visual próximo ao de conceitos já mostrados, mas versatilidade para encarar tanto SUVs pequenos e médios, quanto picapes médias (Ford Ranger foi uma dos modelos citados nominalmente) em mercados globais.
Quer conhecer a história do Defender? É só conferir no álbum.
Quer contar sua história com Defender? Publique no Instagram e marque @UOLCarros.

Ícone da lama

De 1948 a 2016, a fabricante contabilizou mais de 2 milhões de Defender fabricados. O primeiro, vendido no Salão de Amsterdã de 48, saiu por 450 libras (cerca de R$ 2.500). O exemplar de nº 2.000.000, por sua vez, custou 400.000 libras (R$ 2,3 milhões). A diferença de preços evidencia o sucesso e a importância global do modelo, que virou referência de valentia entre os utilitários.
Agora, 12 metalúrgicos de Solihull cuidarão de um centro de restauração para unidades antigas. A montadora lançará ainda site oficial onde donos de Defender poderão compartilhar vídeos e imagens de expedições feitas com o modelo ao redor do planeta.
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Este é o último9 fotos

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Alto (2,0 m) e com vão livre do solo de 31,4 cm Defender exige cautela ao ser conduzido, no asfalto ou em pisos acidentados Diogo de Oliveira/Carta Z Notícias





quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Carros inteligentes e conectados... IOT

Cada vez mais a Internet das Coisas...  IOT , está mais próxima a nossa realidades, um carro conectado e assim por diante.
CES Las Vegas 2016 vem com essa tendência...o que mais esperamos?
Vejo que daqui a pouco poderemos mandar uma mensagem programando o carro para ligar e deixa ele mesmo "pronto" para nossa saída ao acordarmos as 7:30H e assim por diante.


 https://www.cesweb.org/
veja...

fonte :
http://carros.uol.com.br/noticias/reuters/2016/01/05/ford-quer-carros-conversando-com-casas-e-garagens.htm

Ford quer carros "conversando" com casas e garagens


Joseph White
Em Las Vegas (EUA)
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A Ford afirmou nesta terça-feira (5), em anúncio que coincidiu com a CES 2016 (feira de produtos eletrônicos, comunicação e tecnologia em Las Vegas), que planeja triplicar para 30 sua frota de carros autônomos de teste, como parte do esforço para acelerar o desenvolvimento da tecnologia. A marca americana também afirmou que vai conectar dispositivos que automatizam casas ao sistema multimídia Sync de seus carros.
Segundo o anúncio, a Ford começará a usar um novo sensor, mais barato, feito pela Velodyne. O alto custo desses sensores, que agem como olhos para carros autônomos, é um dos principais obstáculos técnicos para difundir a venda de veículos autônomos, dizem executivos do setor.
A Ford disse que vai ser a primeira montadora a usar o novo sensor da Velodyne. O dispositivo compacto substitui os scanners giratórios montados sobre o teto de alguns veículos em teste. A companhia disse que dois desses sensores podem substituir quatro sensores atuais. Chamado Ultra PUCK, é pequeno o suficiente para ser montado no retrovisor externo, afirma a fabricante.
A companhia disse que vai adicionar 20 unidades do Ford Fusion Hybrid à frota de dez veículos autônomos, e testá-los em estradas na Califórnia, Arizona e Michigan.
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O futuro dos carros na CES 20169 fotos

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A Ford mostra na CES 2016 um Sync ainda mais desenvolvido, capaz de conversar com dispositivos domésticos automatizados, como o Amazon Echo e seu sistema de voz, conhecido como Alexa; com isso, o carro permitirá que seus consumidores possam ligar o motor, controlar as luzes e a climatização, saber o nível de combustível do carro e até verificar se a rota do dia tem trânsito de dentro de casa ou da garagem, antes de adentrá-lo Divulgação

Carro autônomo em garagem inteligente

A Ford também está explorando formas de juntar dispositivos domésticos automatizados -- como o Echo, da Amazon -- ao sistema multimídia Sync de seus carros.
O objetivo é permitir que consumidores liguem o motor, controlem luzes, climatização e nível de combustível e também verifiquem a rota do dia ainda dentro de casa ou da garagem, antes de entrar na cabine.
Divulgação
Fusion autônomo ainda roda com sensores gigantes no teto... mas isso deve mudar