sábado, 31 de agosto de 2013

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MotorZine

100 anos da Chevrolet: modelos que fizeram história no Brasil

31/10/2011 16:45  - Fotos: Divulgação
100 anos da Chevrolet: modelos que fizeram história no Brasil
Em meio às comemorações do centenário da fundação da Chevrolet nos Estados Unidos, MotorDream propõe uma viagem pela história da marca no Brasil

por Igor Macário e Túlio Moreira

MotorDream
As diferenças entre o mercado norte-americano e o brasileiro deram origem a trajetórias bastante diferentes da Chevrolet nos Estados Unidos e no Brasil. Se a história da Chevrolet dos EUA é simbolizada pelos carrões possantes e beberrões, a General Motors optou por focar nos carros compactos para o mercado nacional, a partir da produção do Opala, em 1968.

Fundada em 1924 em São Paulo, a General Motors do Brasil começou montando, no bairro do Ipiranga, um furgão de entregas urbanas com a marca Chevrolet, a partir de peças vindas de seu país de origem. Em 1930, a GM inaugurou sua primeira fábrica no país, em São Caetano do Sul (SP). No final da década de 1950, a marca começou a produzir a célebre caminhonete Chevrolet Brasil. Mas foi a partir da produção do Opala que a gravata dourada se tornou objeto de cobiça entre os consumidores brasileiros. Confira os 10 destaques da Chevrolet brasileira listados pela equipe de MotorDream.



Veraneio
Ao contrário dos primeiros carros compactos da GM no Brasil, o utilitário esportivo Veraneio tinha DNA norte-americano. O modelo teve vida longa por aqui, sendo fabricado de 1964 a 1994. A inspiração era um clássico da indústria automobilística dos Estados Unidos, o Chevrolet Suburban, considerada por muitos como o pioneiro entre os SUVs. No Brasil, a Veraneio desempenhou um papel ingrato: tornou-se o carro de viatura da polícia justamente na época da ditadura militar. A banda de rock Aborto Elétrico, que surgiu em Brasília no começo dos anos 1980, fez um trocadilho com as cores pintadas na carroceria – preto, branco e vermelho – e as cores-símbolo do Vasco, criando o clássico “Veraneio Vascaína”, que imortalizou o verso “Cuidado, pessoal, lá vem vindo a Veraneio”.


Opala/Caravan

O Opala já seria considerado clássico pelo simples fato de ter sido o primeiro veículo de passeio fabricado pela General Motors no Brasil. Mas o modelo fabricado de 1968 a 1992 também se tornou um sonho de consumo para muitas gerações de brasileiros. Ao longo de 23 anos de produção contínua, o Opala se tornou um sucesso de vendas em suas configurações sedã e cupê, e também na carroceria perua, batizada de Caravan. O modelo buscava inspiração visual nos Opel Rekord e Commodore e utilizava a mecânica do norte-americano Chevrolet Impala. Com 1 milhão de unidades produzidas no Brasil, o Opala se tornou uma referência de veículos de luxo e ganhou espaço cativo na cultura nacional. Com diversos retoques visuais ao longo de sua carreira, o carro também era bastante cobiçado pelo desempenho de seus motores de 4 e 6 cilindros.



Chevette

Quando a General Motors decidiu produzir carros compactos no Brasil, precisou buscar inspiração na Opel. A subsidiária europeia já estava acostumada aos veículos pequenos, enquanto a Chevrolet era célebre pelos tradicionais “carrões” nos Estados Unidos. O Chevette era, na verdade, a quarta geração do Opel Kadett – modelo produzido de 1937 a 1940 na Alemanha e retomado no início dos anos 1960. A aposta da GM foi acertada. Mesmo apresentando um acabamento espartano e econômico, o Chevette caiu no gosto do consumidor brasileiro. Lançado em maio de 1973, o modelo se tornou um ícone da indústria nacional principalmente em sua versão sedã de duas portas. Mas o Chevette veio acompanhado de uma família inteira – com direito ao sedã, a perua Marajó e a picape Chevy. Em 1987, o modelo ganhou uma profunda reestilização, que o aproximou do best seller Monza. O último Chevette - uma versão "popular" 1.0 do sedã, batizada de Júnior - deixou a linha de produção brasileira em novembro de 1993.



Monza

O primeiro ’carro global’ da GM, o Monza foi lançado aqui em 1982, apenas alguns meses após o Opel Ascona europeu, como mais um fruto do "projeto J". O carro foi o primeiro Chevrolet nacional a ter motor transversal e tração dianteira, marcando um enorme avanço tecnológico para a marca. Inicialmente na configuração hatch de três portas, o carro demorou a embalar nas vendas, parte em função do motor 1.6 de apenas 73 cv de potência. Somente após a introdução do 1.8 de 86 cv e do sedã de duas e quatro portas, o carro caiu no gosto popular e começou a aparecer nas garagens brasileiras. Ainda na década de 90, estreou o conhecidíssimo 2.0 que ainda sobrevive, mesmo após muitas modificações, na minivan Zafira. O Monza foi descontinuado em 1996, após também ter convivido brevemente com o primeiro Vectra, para dar lugar à segunda geração do seu substituto.



Kadett

Lançado no Brasil em 1989, o Kadett marcou o início de um dos mais movimentados segmentos do mercado brasileiro, os hatches médios. O carro incorporava diversas tecnologias também não vistas no Brasil até então, como vidros colados à carroceria e sistema de check-control no painel. As versões GS e GSI viraram objeto de desejo dos jovens, ainda mais na bela versão conversível que chegava a custar o dobro do GSI normal. O Kadett sobreviveu até 1998, mesmo após conviver brevemente em 1995 com a primeira geração do Astra, importada da Bélgica. O Kadett foi substituído somente pela segunda geração do Astra, quando a fabricação passou a São Caetano do Sul.



Omega

Mostrado em 1992, o Omega ainda é visto por muitos saudosistas como o melhor carro já fabricado pela indústria brasileira. O modelo, na época alinhado com a Europa, trazia o máximo da tecnologia autombilística usada pela Opel, e itens até então não vistos por aqui. Vidros rentes à carroceria e baixo perfil aerodinâmico quebravam radicalmente com tudo o que a Chevrolet nacional fazia e substituía a altura o Opala. Também usou o conhecido 2.0 8V da marca nas versões mais baratas, avaliadas como abaixo do esperado para o porte do carro. Entretanto, os seis cilindros em linha com 3.0 litros alemão de 163 cv ou o 4.1 do extinto Opala, mas com extensas modificações para render 165 cv, deram ao Omega o título de carro nacional mais potente junto com o Fiat Tempra Turbo. O Omega ainda teve uma versão station, a cobiçada Suprema, que reunia as mesmas qualidades numa carroceria familiar. É considerada por muitos a última station grande brasileira. Em 1998 foram vendidas as últimas unidades do Omega nacional, quando foi substituído pelo Holden Commodore australiano renomeado Omega.

Corsa

O popular apresentado em 1994 ganhou diversos comparativos na época do lançamento por trazer um sopro de modernidade à categoria que era composta basicamente por versões depenadas dos carros vendidos. O Corsa que chegou aqui já era a segunda geração, e substituiu o já cansado Chevette, que fazia as vezes de popular numa incompreensível versão Junior com motor 1.0 longitudinal. O modelo durou até 2002, quando foi lançada terceira geração do Corsa, também em conjunto com a Europa. O carro cresceu, mas manteve os motores antigos, se dividindo entre um fraco 1.0 e um beberrão 1.8, mas ainda assim, caiu no gosto do brasileiro. Certamente, a Chevrolet jamais imaginaria que aquele Corsa de 1994 sobreviveria até hoje em sua versão sedã e ainda cederia a plataforma para o Agile e sua picape Montana.



Vectra

A primeira geração do sedã que substituiu o Monza chegou em 1994 com pouquíssimas peças nacionais e um design tímido. Na época, praticamente só o trem de força era produzido aqui, o conhecido 2.0 8V de 116 cv. A segunda geração lançada em 1996 no entanto, se tornou objeto de desejo da classe média brasileira, que ajudou a manter o carro em produção por aqui até 2005, quando foi mostrada a terceira fase do Vectra, já sem ligação com o Vectra europeu. O último carro utilizava uma variação da plataforma da minivan Zafira, além de diversas partes coletadas de outros carros da GM brasileira, e ostentava o visual de nada menos que o Astra sedã europeu. Usou ainda o 2.0 8v com algumas melhorias e chegou aos 140 cv. As primeiras safras ainda podiam vir equipadas com um 2.4 16V com parcos 150 cv e um alto consumo de combustível. Recentemente, o Vectra foi finalmente enterrado e substituído pelo Cruze.



S-10/Blazer

A S-10 foi lançada em 1995 para inaugurar no Brasil o segmento das picapes médias. A caminhonete tem origem norte-americana e logo fez muito sucesso mesmo com o raquítico motor 2.2 de apenas 106 cv das primeiras versões. Logo surgiram as versões topo com o 4.3 V6 de 180 cv na época. Em seguida, as variantes com cabine estendida e dupla consolidaram a liderança da S-10 no segmento. A Blazer, um dos primeiros SUVs modernos nacionais apareceu logo depois, com as mesmas opções de acabamentos e motores. Em 2000, a primeira versão a diesel com o motor MWM 2.8 litros de 132 cv aliado à tração nas quatro rodas fez a alegria dos que esperavam a picape para usos mais radicais. A S-10 é vendida até hoje e ganhou apenas um face-lift em 2004, mas manteve as características originais inalteradas.



Astra

O substituto do Kadett desembarcou no Brasil em 1995 vindo da Bélgica para medir a aceitação do público brasileiro. O carro não durou muito, pois apesar do trem de força conhecido, o preço alto e as peças de reposição caras espantaram os consumidores acostumados com a confiabilidade tradicional da Chevrolet. A primeira geração do carro usava o 2.0 8v do Kadett, que era produzido aqui e enviado à fábrica belga para montagem, e depois retornava com o carro pronto. Aquele Astra sequer chegou a ter um modelo 1996. Apenas no fim de 1998, como linha 1999, o Astra retorna ao Brasil já nacional para substituir de vez o Kadett. A segunda geração era atualizada com a Europa e tinha um visual muito semelhante ao Vectra de então. O carro logo ganhou uma versão sedã, sucesso de vendas por aqui. Entretanto, a station europeia nunca foi oferecida para satisfazer os órfãos da antiga Ipanema. Em vez disso, a Chevrolet brasileira preferiu apostar na minivan Zafira, feita sobre a plataforma do hatch. O Astra nacional chegou a viver uma ’pseudo’ terceira geração com o emblema Vectra, numa estranha confusão de nomes e modelos feita aqui. Enquanto isso, a segunda geração do Astra continuava em produção até o encerramento da linha de montagem do carro em 2011.

Veja também: Centenário 1911-2011: Qual é o Chevrolet do século?
Veja mais: Camaro de 1969 é eleito o melhor carro da Chevrolet de todos os tempos

sábado, 17 de agosto de 2013

História da Gravatinha








Você qual é a história da gravatinha ?



Retirado de  : http://media.gm.com/media/br/pt/chevrolet/news.detail.html/content/Pages/news/br/pt/2010/0630_exitensia.html

Chevrolet perto de completar um século de existência

2010-06-30
  • Desde a sua criação até hoje, marca e logotipo evoluíram, mas continuam significando qualidade, modernidade e tecnologia


Em 1911, surgia a Chevrolet. Fruto da paixão pelos automóveis e da determinação do jovem piloto suíço Louis-Joseph Chevrolet. Nascido em La Chaux-de-Fonds, na Suíça no Natal de 1878, ele foi o co-fundador da marca – que se chamava Chevrolet Motor Car Company of Michigan - ao lado do empresário William C. Durant.

Juntos criaram e construíram uma das mais conhecidas marcas de automóveis no mundo, a Chevrolet. No início, o logotipo que estampava o Chevrolet 490, um modelo com motor de 4 cilindros e 20 cv, sucesso de vendas nos EUA, era apenas o nome da marca levemente estilizado.

Três anos mais tarde, em 1914, Louis Chevrolet criaria um dos símbolos mais conhecidos dentro da indústria automobilística mundial: a gravata Chevrolet. A história é imprecisa quanto à fonte inspiradora de Chevrolet. Alguns acreditam que o logo surgiu a partir de um papel de parede de um hotel em Paris. Outros – incluindo sua mulher – afirmam que o logo nasceu inspirado em uma figura impressa em suplemento de um jornal dominical.

 “A Chevrolet e sua conhecida gravata evoluíram com o passar dos anos, mas sempre mantiveram a imagem de tecnologia e modernidade”, afirma Jaime Ardila, presidente da General Motors do Brasil e Mercosul.

Hoje, a gravata da Chevrolet é dourada, imponente, e estampa a grade frontal de todos os veículos da marca produzidos a partir de 2003. Mas nem sempre foi assim: o símbolo da Chevrolet já foi azul, vermelho e até preto.

José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil acrescenta: “Os emblemas dos automóveis são mais do que simples símbolos de identificação das marcas. Na Chevrolet, a gravata borboleta traz diversos aspectos da sua história embutidos, capazes de aguçar a curiosidade dos apaixonados por carros. Ela é a identificação do modelo e já faz parte do ‘DNA’ da Chevrolet”, salienta o executivo.


Classic Six: o pioneiro a utilizar a gravata

O primeiro modelo a estampar a gravata Chevrolet foi o Classic Six, em 1914. Quatro anos mais tarde, a marca seria incorporada a General Motors. O mesmo logo presente no Classic Six estampou os modelos da Chevrolet até meados 1930. Ele tinha o fundo azul, com bordas brancas e levava o nome da marca escrito no interior.

Durante os anos 30 até os anos 70, o azul permanecia como a principal cor da gravata. As variações de logo se davam pelas gravatas inseridas dentro de escudos elaborados, como no memorável Chevrolet Bel Air.

Nessa época, surgiram as primeiras variações da gravata, como utilizações em dourado ou em vermelho e azul, mas isto tornou-se mais comum na década dos anos 1970.

Dos anos 1970 aos anos 2001, a Chevrolet usou uma série de cores e tipos de gravata para, estrategicamente, classificar suas famílias de veículos, da seguinte forma:



  • Azul sólido - para carros de passageiro (exceto Cavalier, cuja a logomarca era vazada com a borda azul).
  • Ouro sólido, contrastando com a borda preta - para caminhões, picapes e utilitários esportivos.
  • Borda vermelha - para veículos de alto desempenho


Vermelho: sinônimo de velocidade

Em 1986, um símbolo na cor vermelha apareceu no capô dianteiro do Fórmula Indy V8, equipado com motor da General Motors. Esses bólidos foram destaque nas temporadas da categoria norte-americana nos anos 1980.

Graças à categoria da Fórmula Indy o vermelho transformou-se em símbolo de desempenho e velocidade. Sendo assim, foi a tonalidade predominante nas logomarcas dos carros de alta performance da Chevrolet, tais como o Camaro.

Esse símbolo ficou tão arraigado à marca que a campanha publicitária da época usava o slogan “Cuidado com a Gravata Borboleta Vermelha” (Beware The Red Bow Tie), como se o automóvel com aquela marca também pudesse fazer parte do “vestuário” do consumidor, como uma forma de identificação da personalidade dele.


Duas gerações da gravata dourada

A partir de 2002, a General Motors decidiu padronizar a gravata borboleta, tanto na forma, quanto na cor e textura. Ela se tornou peça fundamental do “DNA” global da Chevrolet. Sua primeira aparição veio na picape SSR, de 2003. No Brasil, o SSR foi exibido no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, em 2004.

A primeira geração da gravata dourada já seguia o padrão de “efeito jóia”, uma aparência de maior brilho à logomarca, que remete à imagem de valor, qualidade e robustez a toda uma família de veículos.

A segunda geração da gravata, lançada recentemente, mostrou uma nova evolução. A superfície ganhou textura mais acetinada e as bordas cromadas ficaram mais largas, a fim de reforçar ainda mais logomarca. E que agora está presente em toda e qualquer comunicação que envolva a marca, como este press release, por exemplo.


O piloto que virou marca de automóveis

Durante sua infância, Louis Chevrolet passou o tempo nas aldeias de Bonfol e Beurnevésin, que estavam perto da fronteira francesa. Em 1886, a família de Chevrolet saiu da Suíça para viver em Beaune, na região de Côte-d'Or, onde o jovem Louis, filho de um fabricante de relógios suíços, interessou-se por mecânica.

Como adolescente, chegou a ser guia de uma adega local. Certa vez, impaciente com a decantação lenta do vinho de barril a barril, inventou uma bomba que acelerava o processo – a engenhoca chegou a ser usada extensivamente na Borgonha, famosa região produtora de vinhos da França, durante décadas. Ele também construiu e vendeu a sua própria bicicleta chamada de Frontenac. Esse nome seria mais tarde utilizado para seus carros de corrida.

O primeiro contato com mecânica foi entre 1895 a 1899, na Roblin Mecânica, especializada no reparo de bicicletas e carruagens, onde aprendeu os fundamentos da arte da mecânica.

Louis Chevrolet viveu em Paris durante algum tempo, até migrar para Montreal, no Canadá, em 1900. Sua relação com o automóvel começou a aumentar quando se mudou, aos 21 anos, para Nova York (EUA) onde conseguiu seu primeiro emprego na indústria automobilística. Ali, teve seu primeiro contato com o automobilismo, inicialmente na equipe de mecânicos e, mais tarde, como piloto. Sua estréia nas pistas de Nova York foi maio de 1905, conduzindo um modelo de 90 cv de potência, que atingia a velocidade de 109 km/h.

O interesse de Louis Chevrolet pelos automóveis o aproximou do empresário norte-americano William C. Durant (1861-1947), um próspero comerciante de carruagens que como administrador da Buick, fundara a General Motors Company, em Hudson, Nova Jersey (1908).

Em 1917, Chevrolet vendeu sua parte na companhia para o sócio. No ano seguinte, a empresa passou para a GM, então administrada por Durant. Apesar de sua genialidade mecânica, Louis não era um homem de negócios.

Longe da fábrica, Louis Chevrolet passou, então, a se dedicar exclusivamente aos carros de corrida. No ano seguinte, ele e seu irmão Gaston criam a Frontenac Motor Corporation, para projetar e produzir sua própria linha de carros de corrida.

O melhor resultado de Louis em Indianápolis foi um sétimo lugar em 1919. Naquela corrida ele largou em segundo, liderou boa parte da prova, mas teve problemas. Em 1920, Gaston venceu as 500 milhas de Indianápolis em um carro construído por Louis.

Louis Chevrolet morreu em 6 de junho de 1941 em Detroit e foi enterrado no Holy Cross and Saint Joseph Cemetery, em Indianápolis. Em sua homenagem, um busto foi colocado na entrada do museu do Indianápolis Motor Speedway.



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A General Motors, um dos maiores fabricantes de veículos do mundo, tem origem em 1908. Com sede global em Detroit, a GM emprega 205.000 pessoas nas principais regiões do mundo e tem operações em 140 países. A GM, com seus parceiros estratégicos, produz veículos em 34 países, vendendo e proporcionando serviços para estes veículos através das seguintes marcas: Buick, Cadillac, Chevrolet, FAW, GMC, GM Daewoo, Holden, Opel, Vauxhall e Wuling. O maior mercado da GM é o dos Estados Unidos, seguido de China, Brasil, Alemanha, Reino Unido, Canadá e Itália.

No Brasil a GM fabrica e comercializa veículos com a marca Chevrolet há 85 anos. Em 2009 a Chevrolet registrou recorde histórico de vendas no país com o volume de 595.536 veículos. A companhia tem três Complexos Industriais que produzem veículos em São Caetano do Sul, São José dos Campos (SP) e Gravataí (RS). Conta ainda com unidades em Mogi das Cruzes (produção de componentes estampados), Sorocaba (Centro Distribuidor de Peças) e Indaiatuba (Campo de Provas), todas em SP, além de um moderno Centro Tecnológico de Engenharia e Design, em São Caetano do Sul, com capacidade para desenvolvimento completo de novos veículos. A subsidiária brasileira é um dos cinco centros mundiais na criação e desenvolvimento de veículos, nos campos da engenharia, design e manufatura. Mais informações podem ser encontradas nos sites www.media.gm.com e www.gmnoticias.com.br




Adriano Griecco
Assessor de Comunicação
+55 11 4234-7115
























Não pude deixar de comentar o preço ridículo da "Morte da Kombi"

Para não chorar vamos dar risada né ?

Put´s.... que qué isso ! Como um amigo meu diz...
Pelo AMooooooooooooorrrrrrrrrrrrrr como outro diria...
Enfim e eu digo ... PQP !
Quando li a respeito e um amigo meu mandou a ridícula noticia do preço da Kombi após anúncio da morte dela. Ele ficou indignado e dando risada compartilhou a notícia, e eu comecei a dar risadas isso sim!
Falei o seguinte... Cara, prefiro comprar um BMW USADO e andar com ele conservado-o para manter o preço e dai quem sabe daqui 20 anos ele se mantém o mesmo preço ou até mais do que uma Kombi no valor de 85mil.
Agora imagina a seguinte CENA.... um coitado e mero mortal entrando numa concessionária da VW com 85mil no bolso para escolher, entre : JETTA, VW Golf G7, ou uma Kombi.
Dê um tapa bem dado na cara do estúpido que for fazer isso!

"Volkswagen Kombi Last Edition é série limitada a 600 unidades, que marca o fim da vida do utilitário fabricado há 56 anos no Brasil; numerada e com visual especial, chega às lojas ainda em agosto por R$ 85 mil "